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Os quatro pilares de uma carreira artística profissional

Se você é artista independente e quer desenvolver uma carreira artística profissional, este artigo irá te ajudar.

Aqui você irá descobrir quais são os pilares que formam uma carreira artística.

Para trabalhar profissionalmente com arte, ou como dizemos popularmente, viver de arte, você terá que focar nestes quatro pilares.

Entenda cada um deles como “pernas” de uma banqueta. 

Se tiramos uma perna, a banqueta ainda permanece de pé, porém como menos estabilidade.

Mas se tirarmos duas, o equilíbrio não é garantido. Sem três pernas então, aí então é difícil dizer que temos uma banqueta.

Uma carreira artística profissional é assim também. 

Continue lendo este artigo e descubra quais são os quatro pilares que você deve focar para profissionalizar sua carreira.

Pilar número 1: Proposta Artística

É claro que não podemos ignorar que para ter uma carreira artística é necessário ter uma proposta.

Isso pode parecer óbvio, mas muitos artistas simplesmente ignoram esse fato. Não porque não têm uma proposta, mas sim por não se preocuparem com a qualidade dessa proposta.

É de extrema importância que a sua proposta artística tenha valor cultural, e esse valor deve se refletir tanto nas questões abordadas pelo trabalho, quanto no formato. 

Ter uma proposta artística de valor é importante para pensar em uma carreira a médio e longo prazo. Também é fundamental para que poder ter um público que se interesse pelo que você faz.

Você pode até conseguir se profissionalizar por meio de trabalhos artísticos, digamos, menos interessantes (sobretudo se tiver uma atuação louvável nos outros três pilares), mas certamente não conseguirá durar muito tempo. Provavelmente não terá uma carreira estável, e sim uma carreira relâmpago. 

Temos muitos exemplos desses nos diversos meios artísticos. Músicas que ninguém mais lembra que existiram, filmes esquecidos e até mesmo obras de arte que foram vendidas por altos valores e que hoje não valem mais nada, fazendo com que seus compradores sintam um tremendo arrependimento.

Portanto, se você pensa em atuar de maneira sólida, pensando no futuro, invista na qualidade de seu trabalho: estude as técnicas, as teorias e principalmente aquilo que já foi feito em seu meio.

Pilar número 2: Marketing

De nada adianta ter o melhor trabalho de arte do mundo se o próprio mundo não sabe disso.

É imprescindível que você foque sua energia em fazer com que seu trabalho chegue até as pessoas que podem se interessar por ele.

Músicos têm ouvintes e escritores têm leitores. O mesmo vale para artistas de qualquer segmento.

E não basta achar que esse público irá encontrar seu trabalho de maneira espontânea. Isso pode até acontecer, mas não espere contar com a sorte. É responsabilidade sua fazer com que esse público conheçam a sua proposta artística. 

A atividade de marketing envolve muitas coisas, é algo complexo. Mas de uma maneira geral é importante entender que você precisa conhecer o seu público, sejam pessoas ou instituições, e precisa também gerenciar os canais pelos quais irá se comunicar com ele.

E esses canais podem ter funções diferentes. Desde fazer uma propaganda para o público alvo, até mesmo entregar seu trabalho para aqueles que o consomem.

Veja por exemplo um filme: ele pode ser promovido através de um outdoor (esse é o canal de propaganda) e pode ser entregue por meio de uma sala de cinema ou até mesmo um canal de televisão.

Essa é uma versão resumida, mas já dá pra entender um pouco sobre esse pilar. 

A grande vantagem é que com o auxílio das tecnologias digitais, essas atividades de marketing estão cada vez mais acessíveis.

Pilar número 3: Processo Operacionais (Produção)

Não adianta, você terá que dominar os processos necessários para a produção de sua atividade artística.

E quando me refiro à produção não é somente a produção cultural, ou o desenvolvimento de um projeto. Isso também.

Mas é importante saber os processos de criação, ter uma visão dos recursos necessários e ainda entender o que deve ou não ser terceirizado por meio de parcerias.

Isso faz parte do profissionalismo. Replicar processos é algo muito válido, que além de garantir qualidade, pode aumentar o rendimento e a produtividade.

Todo artista profissional têm processos operacionais bem definidos. Isso não quer dizer que esses processos não podem mudar com o passar do tempo.

Por uma questão de aperfeiçoamento, é importante que eles mudem. Mas isso deve acontecer a partir do momento em que você replica um método e percebe onde pode melhorá-lo.

Então, desenvolva uma processo operacional e profissionalize sua produção artística. Faça isso com a parte prática e burocrática também.

Com o passar do  tempo vai perceber que muitos aspectos de sua carreira irão melhorar.

Pilar número 4: Finanças

É aqui que os problemas acontecem.

Muitos artistas têm medo do dinheiro. Mas eu preciso te avisar: se você quer trabalhar profissionalmente com arte, manejar dinheiro é fundamental.

Você precisa entender como ele funciona dentro de sua estratégia de carreira. Precisa controlar essa “fera”.

Dentro das finanças de uma carreira você terá que se preocupar com pelo menos 3 aspectos básicos.

O primeiro são os custos que você tem para exercer o seu trabalho. Controlá-los faz todas a diferença.

O segundo são as formas de faturamento de sua carreira, ou seja, como você ganha dinheiro. Não preciso nem dizer que para viver de arte, é preciso ganhar alguma coisa com isso,  não é mesmo? 

E o terceiro ponto é o investimento. Em outras palavras os recursos financeiros que você vai recolocar em sua carreira visando ampliá-la ou até mesmo uma futura aposentadoria.

É claro que as finanças são mais complexas do que isso. Mas de uma forma geral, se você começar por esses pontos citados acima, já estará bem à frente no quesito profissionalismo.

Conclusão

Esse são os pilares fundamental de uma carreira artística profissional.

Cada um desses pilares pode se desdobrar em segmentos. É importante ressaltar que eles não são necessariamente elementos isolados.

A grande sacada de uma carreira artística profissional de sucesso é saber como relacionar estrategicamente cada um dos pilares. E acredite, existem inúmeras maneiras de se fazer isso, alguma melhores e outras piores, mas inúmeras.

Se você quer se aprofundar um pouco mais nesse assunto, eu convido a participar da vídeo aula gratuita “Como iniciar uma carreira artística profissional com baixo custo, lucratividade e flexibilidade”.

Nesta aula você irá entender que estes quatro pontos apresentados aqui se desdobram em nove componentes. E conhecerá também a estratégia para uma carreira artística profissional sustentável que pode ser aplicada a qualquer segmento.

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O Modelo de Negócios Artísticos e sua Importância

Um modelo de negócios artísticos permite que artistas gerem e capturem valor com suas práticas de maneira estratégica, tendo uma visão ampla de todas as instâncias de sua produção. 

Neste artigo, conhecerá a importância desse tipo de estratégia para uma carreira de sucesso.

Para que serve um Modelo de Negócios Artísticos?

Você já se perguntou o que faz uma galeria de arte ou um colecionador investir em determinado artista? Por que alguns jovens artistas têm seus trabalhos comprados enquanto outros não? E aqui como jovem, me refiro a carreira e não a idade.

Basicamente, o maior medo de investidores de arte em relação a artistas iniciantes é o fato de não saberem se aquele artista, e consequentemente, aquele trabalho comprado ainda estarão valorizados daqui alguns anos. Isso porque uma carreira artística é extremamente instável.

Aposto que você conhece algum ex artista, uma pessoa que pensava em desenvolver uma carreira mas que a partir da primeiras dificuldades deixou de lado sua produção para fazer qualquer outra coisa. Eu conheço muitos, tanto artistas que desistiram quanto artistas que estão pensando em desistir por causa das frustrações.

Os investidores sabem de tudo isso, e esse é o motivo pelo qual eles não podem sair por aí comprando obras de artistas iniciantes sem ter a certeza que sua produção irá continuar. Lembrando que a carreira artística é desenvolvida por praticamente a vida toda de um artista, ou seja, nunca se é velho demais.

Mas e se de alguma forma esse risco fosse minimizado? Se a chance de uma carreira dar errado fosse quase zero? E se artistas pudessem demonstrar isso para os investidores, será que a realidade seria outra?

É aí que entra o modelo de negócios, pois ele é uma espécie de garantia estratégica que permite uma atuação planejada, com intenção de gerar sustentabilidade. Ou seja, um modelo de negócios permite que artistas vivam de seu trabalho e que possam ou não negociar com o mercado, isso vai depender de cada estratégia.

Em outras palavras, um modelo de negócio possibilita que artistas negociem seus trabalhos da maneira que acharem melhor, seja através de um intermediador, como uma galeria, ou seja diretamente com o público. É a estratégia que vai definir isso.

Com um modelo de negócios artísticos você ganha margem de negociação e por isso estará nas rédeas de sua produção. Empreendendo com sua própria carreira.

E a partir disso, qualquer mecanismo de produção cultural pode ser utilizado para seus planos, e não o contrário.

Modelo de Negócios artísticos como uma estrutura de produção.

No Brasil isso pode se exemplificar com o uso de editais. Quando eu estava me formando, o único caminho possível parecia a inscrição em editais. De fato os editais são bem úteis, mas cansei de ver pessoas desesperadas para entrar em algum, modificando até mesmo a proposta original para se adaptar a determinada seleção.

Além disso, muitos dos que conseguiam os recursos para a realização das propostas quase nunca tinham um retorno e saíam do projeto da mesma forma que entraram: sem uma estrutura sustentável.

Um Modelo de negócios pode ser muito útil nesses momentos, pois com uma estratégia bem traçada, é possível saber se determinado edital deve ou não ser usado, assim como estabelecer maneiras de obter um retorno mais concreto desses incentivos.

A verdade é que esses mecanismos foram criados para que a economia cultural se desenvolvesse, mas por falta de estratégia empreendedora, acabou se tornando um financiador de muitas propostas sem retorno. E não me refiro apenas a dinheiro, me refiro também em um retorno de público.

Não me entenda errado, pois não estou aqui dizendo que as leis de incentivo estão errada. na verdade eu acredito bastante nelas. O que me refiro é que pelo simples fato de não ter um pensamento da cultura como empreendimento, muitas vezes os resultados não são benéficos nem para artistas e nem para o público.

Se cada artista tivesse um modelo de negócios estruturado, esse cenário seria diferente.

Um Modelo de Negócios serve para produções independentes?

Você pode estar pensando que para uma proposta artística ter retorno é necessário que ela seja “comercial” (entre aspas). Mas a verdade é que não é bem assim. Cada proposta pode encontrar o seu público e consequentemente a sua sustentabilidade.

Um bom exemplo pode ser visto com o cinema nacional. Há alguns anos a ancine desenvolveu o fundo setorial em parcerias com empresas de telecomunicação.

Através desse fundo as empresas de audiovisual podem ter investimentos para os seus projetos, mas em troca deve dar um retorno financeiro a partir da carreira do filme.

O interessante é que esse fundo pode ser usado para filmes “comerciais” ou “artísticos”. E isso significa que a segunda categoria, tida como um segmento com dificuldades de comercialização, consegue um retorno a partir de circuitos específicos.

O que eu quero dizer é que para a arte mais experimental há sim um circuito e um público. Mas circular por esse circuito e encontrar esse público faz parte de uma estratégia empreendedora que todo artista deveria ter. 

Além disso, a arte contemporânea está sempre em mudança e expansão, e eu aposto que nos próximos anos ela irá circular em lugares que hoje nem são considerados pelo chamado sistema da arte.

Com as possibilidades das redes, existe a chance de um contato direto entre artista e público. E essas mesmas tecnologias proporcionam maneiras diversas de comercializar a arte, maneiras nunca antes exploradas.

Esse cenário promissor faz com que a necessidade de um modelo de negócios artísticos seja ainda maior.

Conclusão…

Público, circuito, comercialização. Tudo isso faz parte de um modelo de negócios artísticos. E ao desenvolver o seu, você certamente terá uma visão ampla de sua prática, saberá exatamente os recursos que você necessita e como obter retorno a partir de seu trabalho.

Mas não é tão fácil assim desenvolver um. Principalmente por causa de formação do setor, que praticamente ignora a relação entre arte e empreendedorismo.

Muitos termos dos negócios podem parecer complicados para quem é do ramo artístico e a transposição entre os campos dá um certo trabalho. Mas quem disse que fazer arte não dá trabalho?

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Como desenvolver um repertório artístico

Um repertório artístico, em um sentido mais estrito, está ligado às produções que os artistas podem apresentar. Na cena musical, onde o termo é constantemente aplicado, se refere a lista de música que um artista ou grupo irá  apresentar em seu show. Ou seja, a ideia de repertório está ligada com aquilo que os artistas podem apresentar.

Mas eu tenho uma definição um pouco diferente sobre repertório artístico. Na minha visão, o repertório artístico é exatamente tudo aquilo que sabemos sobre a arte em suas diversas expressões. Aí podemos incluir experiências, conhecimentos e reflexões. Em outras palavras, aquilo que sabemos sobre a produção cultural da humanidade. Acredito que essa definição caiba mais em nosso contexto globalizado. E no caso da arte contemporânea, esse conhecimento é fundamental para a criação artística.

A partir do século XX,  a arte é compreendida como um discurso cultural. E a própria ideia de arte passa a ser enquadrada conceitualmente pelas obras.

Isso acarretou em trabalhos que têm a arte como tema, que vêm em sua própria produção uma maneira efetiva de modificá-la. A arte e todas as suas convenções de obra, artista, instituição e público, passam a ser apropriadas pelas próprias propostas artísticas em uma espécie de autocrítica.

Isso quer dizer que além de colocar certas materialidades na produção, artistas devem também estabelecer diálogos conceituais com a cultura, e isso envolve um conhecimento sobre a produção artística e cultural da humanidade.

Isso foi possível por uma aguda consciência histórica que presenciamos desde o pós guerra, que permitiu a investigação da construção cultural que envolve a própria ideia de arte. A compreensão de que a ideia de arte é uma construção histórica, social e cultura, fez com que inúmeros artistas investissem na ampliação desse discurso. Só é possível propor o que a arte pode ser a partir de um conhecimento sobre o que é ou já foi.

O ponto para nos atentarmos aqui é que, a medida que a arte passa apropriar-se de si mesma, em um movimento autocrítico, maior será o repertório artístico exigido de artistas e agentes da arte. Nesse cenário ter um conhecimento complexo sobre a arte passa a ser fundamental, tanto ou em alguns casos mais do que um conhecimento técnico.

Podemos dizer que atualmente, dentro de uma lógica da arte contemporânea, é quase impossível obter êxito em uma carreira sem ter um repertório artístico bem definido. A complexidade da significação dos trabalhos atuais não permite isso. Pois, um dos principais parâmetros para um trabalho crítico, com capacidade de interferência na realidade, é justamente a relação entre essa produção e as outras produções já feitas.

Como desenvolver um repertório artístico?

Através da apreciação, contextualização e prática. Em outras palavras, a relação com obras de arte, a contextualização que se tem dessas obras e a experiência da própria prática artística.

Essa estrutura que apresento aqui, foi desenvolvida por Ana Mae Barbosa em sua abordagem triangular no ensino das artes visuais. Se você fez licenciatura em artes visuais, provavelmente teve contato com essa proposta.

Esta proposta funciona muito bem para o aprendizado artístico com crianças, mas também é bem útil para artistas e agentes culturais que queiram utiliza-la no desenvolvimento do seu repertório.

Apreciar significa dedicar tempo no papel de espectador da arte. É justamente a relação que você desenvolve com o trabalho de terceiros. Eu costumo dizer que todo bom artista é também um espectador. Sinceramente, não vejo muitas chances de trabalhos interessantes serem feitos por quem não dedica parte de sua existência a experiência artística.

Contextualizar é colocar a experiência e o conhecimento em uma relação direta com nossa realidade.  O estudo e a reflexão são pontos fundamentais desse processo. Através deles, podemos estabelecer relações entre nossa vida cotidiana e a arte que consumimos e produzimos.

E a prática, obviamente, é a experiência de fazer, aquilo que você pratica. Através da prática ganhamos um repertório gigantesco. É o momento onde podemos assimilar aquilo que estudamos e apreciamos. Sem contar que a experiência do fazer, nos trás um conhecimento único.

Essas categorias não são exatamente lineares e por isso não seguem uma sequência. São mais como elementos complementares. A contextualização, por exemplo, serve tanto para a produção apreciada quando para a realizada.

Com o tempo, através da apreciação, da criação e da contextualização, certamente você irá desenvolver um repertório artístico muito interessante.

Como exatamente fazer isso?

Em relação a apreciação, é fundamental o consumo de arte. É necessário visitar exposições e ter contato com trabalhos de arte através de registros diversos. Também é importante, assistir a filmes, ouvir músicas, frequentar espetáculo de teatro e dança, ler e etc, para estabelecer uma relação com outras práticas artísticas.

No caso da criação, que proporciona o conhecimento prático, é necessário fazer, projetar, executar, testar, experimentar. É quando nós interferimos em nossa realidade. O importante aqui é justamente a experiência de fazer.

Para contextualizar, a melhor maneira que conheço é estudar e observar. Compreender a história da arte, a teoria, a relação entre arte e outras disciplinas. Observar a realidade, as relações culturais, as relações de poder. A reflexão também é um ponto central. É através dela que você irá estabelecer uma relação entre as obras apreciadas e produzidas e estudos feitos com a sua realidade cotidiana.

Embora desenvolver um repertório a partir desses 3 pontos seja simples. Não é nem um pouco fácil.

Na verdade requer tempo e dedicação. Imagine, a produção artística tem milhares de anos. Certamente não é fácil obter um conhecimento profundo sobre tudo isso. O avanço das tecnologias que permitem o acesso a muitas informações, acaba por produzir outra dificuldade, que é a de tomar decisões em meio ao excesso. Saber qual a trilha certa a ser seguida.

E é justamente assim que a arte se apresenta: temos muitos artistas, muitas obras, inúmeros escritos sobre essa produção, uns dizem uma coisa, outros dizem outra. Isso pensando apenas nas artes visuais. Agora, imagine se nós incluirmos aí o cinema e a música, por exemplo…

De fato, não é fácil saber como gastar o tempo e a energia em meio a tanta informação sobre uma arte múltipla.

Mas tem algo que pode te ajudar a superar essas dificuldades: saber o caminho.

Não seria muito proveitoso se você soubesse o que estudar, que trabalhos e artistas conhecer? E não seria melhor ainda se essas informações estivessem diretamente ligadas com a sua pesquisa, com a sua produção artística?

Com toda certeza seu repertório seria criado de uma maneira mais proveitosa, ganhando tempo e impulsionando sua carreira.

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