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modelo de negócios artístico

Tenha autonomia financeira em sua carreira e viva de sua produção artística.

O curso Modelo de Negócio artísticos foi criado para proporcionar para artistas conhecimentos fundamentais de empreendedorismo. Através deste programa, você terá a oportunidade de compreender a melhor forma de viabilizar sua carreira artística, transformando sua produção criativa em algo sustentável e lucrativo.

Nas próximas linhas você irá descobrir como possível viver de sua produção artística.

Você irá entender quais os pontos investir seus esforços e irá perceber como aprender a gerar a capturar valor pode ser o divisor de águas no seu caminho.   

A ARTE DE GERAR E CAPTURAR VALOR

Você alguma vez já refletiu sobre as dificuldades de ter sustentabilidade financeira em uma carreira artística?

Se você produz arte certamente já percebeu como é difícil gerar recursos. Poucos são os que parecem ter interesse em comprar trabalhos artísticos, pagar para ir à exposições ou financiar algum projeto. Para alguns artistas a própria ideia de mercado da arte parece ser algo distante, que só ouviram falar mas sem compreender como funciona.

Em contrapartida, ouvimos falar de transações com valores altíssimos no meio artístico, ao mesmo tempo que um público geral parece estar cada vez mais disposto a consumir conteúdos pertencentes a “indústria cultural”.

A verdade é que em termos gerais, o interesse do público na arte é maior do que jamais foi. Nunca houve tantas feiras, exposições, eventos, apresentações, etc. Mesmo assim artistas continuam tendo dificuldades em se sustentar sem recorrer a uma segunda ocupação.

Alguns desistem no meio do caminho, enquanto outros mantêm sua produção como uma atividade secundária. Poucos conseguem desenvolver carreiras bem estruturadas, e por mais que não ganhem rios de dinheiro, vivem tranquilamente do que se propõe a fazer.

Essa situação é contraditória: se a procura e o interesse do público é maior, por que ainda encontramos artistas que não conseguem viver de seu trabalho? Eu acho que tenho a resposta.

Mas primeiro quero propor um exercício mental. Imagine os seguintes cenários:

1 – Como seria a sua realidade se você pudesse ter sustentabilidade financeira e flexibilidade espaço temporal a partir da sua produção artística? Ou seja, se você pudesse viver bem daquilo que ama fazer.

2 – E como seria a realidade de outras pessoas se você pudesse trabalhar artisticamente de forma plena, se pudesse focar sua energia 100% em sua produção? Será que o mundo seria impactado pelo seu trabalho?

Eu tenho certeza que você imaginou as consequências positivas que isso teria, não apenas para você mas para o mundo de uma forma geral.

A partir do momento em que artistas passam a se apropriar dessas ferramentas da economia e assim concebem a si mesmos como empreendedores, o jogo pode virar e a arte pode causar um impacto muito grande no mundo. Não me refiro apenas a um impacto econômico, mas sim, diretamente, um impacto na vida em suas várias formas.

Pense comigo, o mundo não seria um outro lugar se as práticas artísticas pudessem se manter de maneira sustentável? O impacto das obras na vida das pessoas não seria mais intenso se artistas pudessem viver do que fazem, com mais liberdade e sem preocupações básicas? E essas pessoas, ao serem modificadas por essas experiências, não estariam mais capacitadas também a modificarem o estado das coisas?

Isso é uma reação em cadeia. Se a arte é importante para a humanidade, artistas devem ter como exercer seus trabalhos dignamente. Mas não é possível esperar que instituições façam isso por eles. As instituições são importantes sim, e provavelmente vão estar sempre presentes. Mas é necessário ir além, buscar essa sustentabilidade de outra maneira.

Mas simplesmente saber que artistas com carreiras bem sucedidas poderiam contribuir para uma mudança no mundo não é o suficiente. Então, voltamos para a nossa questão: Se atualmente o público tem um maior interesse em consumir arte, porque artistas ainda têm dificuldades em sobreviver de seu trabalho?

Eu resumo em duas palavras: proposta de valor.

Você sabe da importância que a arte tem, não é mesmo? Caso contrário não produziria arte. Acredito que todo artista de alguma maneira quer contribuir com um mundo melhor e vê na arte uma prática fundamental para que isso ocorra.

Mas se a arte é tão importante, porque quando vamos nos referir a apoios culturais ou vamos falar com o público para que compre um trabalho, participe de um evento, acabamos entrando em um modo vítima?

Calma, não estou querendo propor um discurso conservador aqui. Até porque já temos a dose mais que suficiente em nosso contexto nacional atual.

De forma direta, o que eu quero dizer é que artistas e produtores culturais sempre querem que as pessoas apoiem a arte para “ajudar a cultura”, para “ajudar artistas”, ou seja, quando oferecem um produto cultural é quase como um pedido desesperado por ajuda. Quando na verdade deveriam fazer perceber o quão importante aquilo é para o público, como aquela obra ou evento irá ter um impacto em suas vidas.

Se isso não acontece, a impressão do público é a de que eles devem pagar por aquilo simplesmente para ajudar quem produz, como se fosse simplesmente uma boa ação. Lembre-se: aquilo que você faz tem valor para as pessoas e você deve demonstrar isso.

Vou contar uma história que presenciei em um ônibus aqui em Curitiba que demonstra muito bem isso.

Se você mora em alguma cidade com um grande fluxo de pessoas já deve ter se deparado com artistas em transportes coletivos. Em via de regra, o que acontece é que estes artistas chegam contando de sua condição marginalizada, fazem seu trabalho e depois contam um pouco mais de suas dificuldades e  então passam seu chapéu, que por sua vez continuam vazios ou com poucos trocados.

O caso que quero contar aqui é completamente diferente: no início deste ano eu estava em um ligeirinho, ônibus que para em tubos específico e por isso fica boa parte do trajeto em movimento, quando entraram uma dupla de músicos. Percebi que eles estavam com um violão cada. Um deles, o que cantava, estava com um amplificador pequeno onde tinha conectado seu violão e um microfone desses que Sandy & Júnior usavam para cantar e dançar ao mesmo tempo.

Eles não falaram nada. O cantor simplesmente tocou um acorde preciso para regular o volume do amplificador e pediu licença para tocar. Ninguém falou nada, como normalmente acontece por aqui e então eles começaram a tocar “Hotel California” dos Eagles.

Eu não sou fã dessa música, mas tenho que admitir que eles causaram um impacto enorme em sua apresentação. Não sei se era o reverb do vocal, o ajuste fino do som ou se a melodia retrô e grudenta da música, mas o fato é que todo mundo ficou impactado.

Assim que eles terminaram a apresentação, praticamente todo mundo aplaudiu. Algumas pessoas gritaram “Woohool”, até “bravo” eles gritaram. Até aí eu já estava surpreso, porque a cultura aqui da minha cidade não é muito de sociabilidade. Eu realmente não tinha visto as pessoas se entusiasmarem tanto com artistas em ônibus.

Mas algo mais surpreendente aconteceu: uma mulher saiu da frente do ônibus (que estava cheio) e foi até o meio onde os músicos estavam com uma nota de 10 reais na mão e entregou para eles. Sabe o que é mais louco? Eles nem tinham pedido dinheiro ainda. Ela simplesmente foi lá e ofereceu uma quantia muito maior do que a média de maneira espontânea. As outras pessoas começaram a fazer o mesmo com a quantia que podiam contribuir.

Algumas pessoas, além de darem dinheiro passaram a perguntar de onde eles eram (eram colombianos), a puxar assunto para saber mais sobre aqueles artistas. Eles causaram uma ótima impressão, ganharam uma grana e ainda fizeram contato com pessoas que apreciaram seu trabalho, tudo isso sem precisar pedir nada. Eu tenho certeza que eles estavam preparados para passar o chapéu, mas não foi necessário pois o VALOR transmitido pela apresentação foi tão alto que as próprias pessoas quiseram contribuir.

Qual a lição que podemos tirar disso? Que a arte tem a capacidade de gerar e capturar valor.

O público, quando compreende o valor que aquele produto cultural tem em sua existência, estará disposta a pagar por aquilo. Se não puder ajudar financeiramente, estará disposto a estabelecer um diálogo com os artistas e apoiarem da forma que puderem.

Fazer seu público perceber isso é a grande chave para viver de arte.

Afinal, a arte é importante para todos e fazer as pessoas compreenderem essa importância é fundamental.

O que acontece, como citei anteriormente, é que no geral artistas não fazem isso. Não demonstram o próprio valor do trabalho. Em alguns casos se sentem até constrangidos em cobrar, como se aquilo fosse errado. Mas a verdade é que o público está disposto a contribuir com aquilo que valoriza.

Se isso não fosse verdade não teríamos filas para shows de K-Pop, pessoas que assistem horas consecutivas de netflix. Você pode pensar que esses exemplos fazem parte da indústria cultural e que com a arte de vanguarda é diferente. Sim, é diferente. Mas isso não quer dizer que o mesmo não possa acontecer. Enquanto a arte mais popular pode contar com grandes números e um público vasto, a arte mais experimental irá gerar valor para um público específico, um nicho. Em ambos os casos o que está em jogo é a dinâmica de GERAR E CAPTURAR VALOR.

Mas como exatamente fazer isso?

Existem muitas maneiras. Mas ao meu ver, todas elas passam por um MODELO DE NEGÓCIOS ARTÍSTICOS.

O modelo de negócios foi criado por Alexander Osterwalder para auxiliar empresas criativas e inovadoras, que desafiavam as estruturas tradicionais e não queriam perder tempo com burocracias.

Definindo um modelo de negócios como “a maneira que uma empresa gera e captura valor”. Ou seja, como ela cria a percepção que seus produtos tem valor (impacto na vida das pessoas) e a maneira como esse valor retorna financeiramente, gerando lucro para além do dinheiro (sim, lucro é mais do que dinheiro, mas não vou falar especificamente sobre isso aqui).

Um MODELO DE NEGÓCIOS ARTÍSTICOS é a mesma coisa, mas no lugar de empresas inovadoras, colocamos artistas criativos. É a ferramenta de planejamento que irá te ajudar a GERAR E CAPTURAR VALOR com sua produção artística.

Para isso existem alguns passos importantes a serem seguidos. Assim você terá uma visão ampla de sua produção. Por isso, a estrutura de um modelo de negócios é dividido em nove partes e sua metodologia é pensada para facilitar sua criação.

Os passos são:

  1. Proposta de Valor.
  2. Público Alvo.
  3. Canais de Distribuição.
  4. Canais de Comunicação
  5. Entradas de Receitas
  6. Recursos Chave.
  7. Atividades Chave.
  8. Parcerias Chave.
  9. Custos.

A partir desses pontos é possível ter uma visão completa de sua produção artística e como gerar e capturar valor com ela, transformando sua carreira rumo à sustentabilidade.

Tudo isso pode ser feito a partir de um quadro simples, que permite justamente uma construção dinâmica. Essa é a ideia do Canvas, a plataforma de criação de modelo de negócios criado por Alex Osterwalder.

Embora esse processo seja simples, ele permite muuuuitas possibilidades de construção, o que pode dificultar um pouco, já que quando temos muitas opções nos obrigamos a  fazer escolhas e sem estipular um caminho, é difícil chegar a algum lugar.

Outra dificuldade que pode surgir é a tradução de termos e ideias de empreendedorismo para a produção artística. Como sabemos, artistas de um modo geral, têm dificuldades com negócios, seja por não se interessarem ou por uma formação que não contempla esses conhecimentos. Não vamos esquecer: a economia é uma ciência humana.

Pensando nessa situação, desenvolvi algo que pode mudar o paradigma na produção artística contemporânea nacional: a ideia de MODELO DE NEGÓCIOS ARTÍSTICOS.

Esse termo eu mesmo que inventei. Mas mais do que cunhar um termo o que fiz foi estruturar meus conhecimentos em arte e empreendedorismo criativo em um curso completamente online com preço acessível.

Porque, a partir de minha própria experiência, sei o quão é importante para uma sociedade mais justa, criativa e colaborativa que artistas precisam VIVER BEM para poderem PRODUZIR BEM.

Meu trabalho foi justamente o de estudar a modelagem de negócios e juntar esse modelo com estudos de arte contemporânea, sobretudo, aqueles que estabelecem uma visão crítica do sistema capitalista. De uma forma geral, o que percebi é que tanto a arte quanto o capitalismo atual tem muitos pontos em comum, entre eles as próprias mídias digitais, que circulam imagens e dinheiros.

A partir disso, analisei as possibilidades de atuação artística nesse contexto e as somei com práticas econômicas criativas, que assim como a arte, visam uma transformação no mundo.

Assim nasceu o curso MODELO DE NEGÓCIOS ARTÍSTICOS, feito para ajudar artistas a estruturarem a viabilidade de sua produção, encontrar caminhos e circuitos para inserirem suas obras e entenderem maneiras de estabelecer contato com seu público. Tudo isso voltado para uma produção com poucos gastos e com uma grande margem de lucro.

Não importa o que exatamente você produz, com certeza você pode modelar um negócio para a sua prática.

  • Eu vou te entregar a partir de aulas online, que podem ser acessadas em qualquer lugar, as bases para você desenvolver seu modelo:
  • Vou também dar exemplos práticos da montagem de um modelo e apresentar um modelo enxuto pensado para ser extremamente eficiente, que pode ser adaptado para qualquer artista.
  • Você também terá uma aula específica sobre o mercado da arte.
  • E ganhará acesso a uma planilha automatizada que permite o desenvolvimento do modelo de negócios e o cálculo de sua viabilidade. Tudo isso sem precisar fazer cálculos.

Eu demorei dois anos estudando e testando o que compartilho neste curso, e posso garantir que isso pode mudar a relação que artistas têm com sua produção, porque foi  desenvolvido justamente para quem quer ter uma vida criativa. Todo o conteúdo foi pensado para servir como uma tradução da linguagem dos negócios para as artes.

Embora eu não seja artista, e sim crítico e curador, mantenho uma produtora cultural complexa com a ajuda de minhas sócias e um selo de música eletrônica. Tudo isso a partir de modelos de negócios estruturados. Isso nos permitiu realizar muitas coisas com pouco dinheiro e retornos consideráveis.

Não foram necessários muitos investimentos para começar essas atividades, mas houve sim a necessidade de planejamento e uma visão estratégica. Essa visão permitiu que ao longo de dois anos,  duas exposições fossem feitas, seis edições da lida realizadas e mais de 20 discos lançados. Toda uma produção cultural feita de forma sustentável. E é isso que irá acontecer com você ao participar desse curso.

Mas não se engane. Eu não irei mostrar macetes ou técnicas que operam milagres. Meu foco está em apresentar uma VISÃO ESTRATÉGICA de empreendedorismo para artistas. 

O conteúdo deste curso tem a intenção de fazer pensar criticamente sobre a atuação em um contexto capitalista, não através de uma negação das relações econômicas, mas sim por meio da própria apropriação da economia.

Confira abaixo tudo que você irá aprender no curso de Modelo de Negócios Artísticos:

  1. Introdução ao Modelo de Negócios: Conheça a metodologia de criação de modelo de negócios e sua importância.
  2. Preenchendo o Canvas: Como preencher os 9 blocos do canvas.
  3. Proposta de Valor: Compreenda a importância do valor oferecido ao público.
  4. Marketing: Compreenda o que é o marketing e sua relação com público, canais de distribuição e comunicação.
  5. Operacional: Conheças os fundamentos da organização operacional e sua importância para o funcionamento do modelo: Recursos, Atividades e Parceiros.
  6. Financeiro: Entenda a relação entre gastos e faturamentos e como planificar isso em seu modelo.
  7. Exemplo Prático: Exemplo prático de um modelo de negócios artístico clássico que leva em consideração as possibilidades atuais.
  8. Modelo de Negócios Artísticos Enxuto: Apresentação de um modelo específico com foco em simplicidade, baixos custos e múltiplas fontes de renda. Pensado para quem trabalha sozinho ou em equipe.
  9. Arte e Mercado: Compreenda como foi concebida a ideia de mercado da arte e quais suas características atuais: pré-mercado, mercado primário e mercado secundário.

+ Planilha de modelagem e cálculo de viabilidade automatizada.

Após participar deste curso você terá um conhecimento completo e saberá exatamente como otimizar sua carreira sem gastar praticamente nada.

Lembra que eu disse que o preço era acessível?

Você pode ter sua sustentabilidade econômica com apenas 12 parcelas de R$39,70 no cartão de crédito ou R$397,00 à vista.

Por menos de R$ 1,40 reais por dia toda a sua perspectiva de produção cultural encontrará um mundo de possibilidades.

Vantagens de participar do curso:

  1. Feito para aqueles que não conhecem dos negócios: Não precisa saber nada sobre negócios ou desenvolvimento de projetos.
  2. Aulas 100% online: Estude de onde e quando quiser. Com qualquer dispositivo conectado na internet é possível fazer seus estudos.
  3. Serve para QUALQUER artista: Não importa o que você faça, esse curso irá te ajudar a gerar e capturar valor com sua produção.
  4. Tire todas as suas dúvidas: a plataforma permite que você tire todas as suas dúvidas por meio de comentários. Eu mesmo irei ler e responder todos eles.
  5. Completamente seguro: Todos os seus dados estão seguro pois a compra é intermediada pela eduzz.
  6. Garantia de 7 dias: se em uma semana você entender que o conteúdo não é para você, nós devolvemos seu investimento.

Acredite, embora o mundo esteja complicado para a arte, nunca houveram tantas maneiras de artistas se articularem. É possível que antes mesmo do ano acabar, seu investimento nesse curso já tenha retornado.

Não perca essa oportunidade e modifique ainda em 2019 a sua carreira rumo à sustentabilidade. Clique no botão abaixo e viva de sua produção artística.

Faça parte agora mesmo!

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